segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Allez les libraires!

Os mercadores de livros adaptam-se à era alfanumérica.

Os escritores que fazem bu

Andrew Crofts escreve sobre o drama de um escritor-fantasma. Mas não chega aos calcanhares de Chico Buarque.

O defunto autor

Um artigo de Danubio Torres Fiero sobre o mais vivo escritor lusófono.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Cliques há muitas

Robert McCrum queixa-se de que o meio literário inglês é pequeno. Imagine-se se fossem 10 milhões de habitantes.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Ando a ler a Ilíada

Segundo uma sondagem norte-americana, metade dos homens e um terço das mulheres mentiram sobre os livros que andam a ler.

Big Brother Escritores

Este site permite conhecer a rotina de trabalho de vários escritores conhecidos. E este como é que desarrumam as suas mesas.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Manoel de Oliveira

Um cineasta literário.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Escrevo por uma sopinha!

Os escritores norte-americanos querem a ajuda do governo.

Queres ver o meu ganda Dostoievski?

Estudo inglês determina livros para impressionar o sexo oposto.

Compre já o livro triangular

Afectadas pela crise, as editoras anglo-saxónicas tenta perceber como é que vão vender livros depois.

Para quando os livros de pochette?

O Pedro Marques reflecte num conjunto de textos o fenómeno do livro de bolso em Portugal.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Uma bolada de Bolaño

Dois artigos sobre o tipo que escreveu:

"A verdade é que não acredito muito na escrita. A começar pela minha. Ser escritor é agradável - não, agradável não é a palavra certa - é uma actividade com os seus momentos divertidos. Mas eu sei que há outras coisas ainda mais divertidas, divertidas no sentido em que a literatura é divertida para mim. Assaltar um banco, por exemplo. Ou realizar filmes. Ou ser um gigolo. Ou ser outra vez criança ou jogar numa equipa de futebol mais ou menos apocalíptica. Infelizmente a criança cresce, o assaltante é morto, o realizador fica sem dinheiro, o gigolo adoece e não nos resta mais nada senão escrever."

Roberto Bolaño

Parabéns!, Feliz Cumpleaños!, Joyeux Anniversaire!,

O Bibliotecário faz um ano.

Fernando Pessoa 3 - Luís de Camões 2

Ou, os bloggers ingleses têm falta de assunto.

Finalmente vou saber o que são badanas

O Dicionário do Livro vai ser publicado pela Almedina.
via gajos que sabem tudo sobre livros

Tem telefone? Leia!

A Random House oferece livros aos proprietários do iPhone.

Dizem que os meus filmes são chatos e depois quando faço anos querem-me dar uma chave. Era o que faltava!

Manoel de Oliveira recusa as chaves da cidade que Rui Rio lhe queria oferecer.

O escritor que - espanto! - escreve

Gabriel García Márquez estará a escrever um novo livro.

Há uma parte triste nesta notícia, mas eu não digo qual é

O único suplemento cultural de um jornal diário português está online.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Se gostam de Top Tens

Eis uma catrefada para se deliciarem nas festas vindouras.

Orgulho e preconceito

Versão Twitter.

O futuro da edição é...

... mesmo aqui.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Cartas de rejeição

Jean Hannah Edelstein (que não sei quem é mas diria ter uma tonalidade de pele interessante) afirma que as cartas de rejeição [de originais] são uma arte delicada.

Talvez no mundo anglo-saxónico. Em Portugal, todas as cartas do ramo que recebi e enviei diziam:

"Parabéns pela obra fantástica que escreveu e que merece ser erguida aos píncaros da fama e da glória. Infelizmente, o nosso plano editorial para este ano está completo..."

2 novas revistas literárias

... em França.
Ambas dizem-se inspiradas no New York Review of Books. Referência que me parece bastante mais interessante do que a Time Magazine, em que as revistas literárias portuguesas parecem inspirar-se.

10

Mas a lista do New York Times dos melhores livros do ano está cheia de coisas boas.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Hoje, como ontem

Os best-sellers dos anos 70: boas maneiras, sexo, violência e desgraçadinhos.

E em que língua é que se escreve?

União Europeia lança novo prémio literário para talentos emergentes.

Melhores capas de 2008

Iniciativa dos camones.

Hesito entre esta, que me fascina.

E esta, que me inquieta.

O quê? Ler livros?

Uma ideia estranhíssima: em vez de comprar livros que nunca vamos ler, ler os livros que já temos em casa.
No mínimo, absurdo.

Write or die

Uma ferramenta para escrever ou morrer*...

* Ou ter um ataque cardíaco de baixa intensidade.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Robert McKee Os argumentistas devem algo novo ao público

13.11.2008, Joana Amaral Cardoso

Confirma-se: Hollywood sofre uma crise de conteúdos, vivemos a era dourada da ficção televisiva e Casablanca é ainda o melhor filme de sempre. O que não se sabia é que se Call Girl fosse feito em Hollywood Angelina Jolie era protagonista. Diz Robert McKee, guru do guionismo

Robert McKee, figura maior da técnica de escrita de argumentos norte-americana, viu quatro filmes portugueses antes de chegar a Lisboa, onde está para, pela primeira vez, começar amanhã a leccionar o seu seminário Story. Serão três dias na Escola Superior de Comunicação Social a falar sobre guiões e são mais ou menos os mesmos conselhos que dá desde 1983, depois de um convite do produtor independente Jeff Dowd (que inspirou os irmãos Coen para criar a personagem de Dude Lebowski em O Grande Lebowski) para tornar a sua aula universitária numa prédica itinerante.
A palestra, organizada pela Mixreel, tem estatuto de culto e já teve como alunos David Bowie, John Cleese, Diane Keaton, Lawrence Kasdan, Joel Schumacher, Peter Jackson, Eddie Izzard, Kirk Douglas, Gloria Steinem, equipas inteiras da Pixar ou da Miramax, entre muitos outros. Sentado num hotel no Chiado, fala de cinema português e não aceita os louros pelos prémios alheios. Mas fica lisonjeado com o reconhecimento de ex-alunos, dos quais 27 têm Óscares de Melhor Argumento e mais de 120 têm Emmys. Akiva Goldsman, que recebeu o Óscar por Uma Mente Brilhante (2002) considera-se "um crente". "Ele diz que lhe salvei a vida", recorda McKee, que acha que foi o talento que salvou Goldsman e não aquele seminário.
Espera encontrar mais de 200 pessoas em Portugal (ainda há lugares livres, a 550 euros por cabeça, menos cem euros para estudantes). Inscreveram-se sobretudo jornalistas, criativos de publicidade e equipas de argumentistas, além de alguns realizadores e vão ouvir "uma aula sobre o processo de escrita de dentro para fora, depois de fora para dentro", explicou ao P2. E, ao terceiro dia, falará de géneros, de equilíbrio, cenas, método e de Casablanca. Ah, e sobre adaptação.
(In)adaptado
"Adoro o Charlie Kaufman e ele sempre usou gimmicks (truques)" para fazer avançar as suas histórias, diz, numa resposta à pergunta sobre como as séries de televisão que hoje muito aprecia usam esses esquemas para criar histórias. A porta na cabeça de John Malkovich, a amnésia do casal de O Despertar da Mente, os gémeos argumentistas de Inadaptado. No filme, um deles pede ajuda a McKee, interpretado por Brian Cox, e recorre ao seminário Story para resolver os problemas do seu rascunho.
"Foi um processo colaborativo, não só na construção da minha personagem", recorda McKee, mas também na assistência médica ao guião. Era quase irresistível que McKee olhasse para um argumento e não o escrutinasse. "Houve algumas mudanças no terceiro acto, tinha problemas", resume.
Médico de argumentos, professor de escrita criativa, autor de livros sobre guiões, personagem de Hollywood. Em suma, McKee já tem o seu lugar na cultura popular. "As coisas aconteceram", comenta. Aos 67 anos, continua a ver filmes compulsivamente (os últimos favoritos são o sul-coreano Primavera, Verão, Outono, Inverno e... Primavera e o sueco Let the Right One In) e só resiste a olhar com raio-X para o filme, à procura do seu esqueleto "se o filme for bom. Torno-me numa criança". Quando são maus, "ao menos aproveito o tempo a analisar tudo".
Há anos, viu dois filmes de Manoel de Oliveira e agora assistiu a Alice (Marco Martins, 2005), Call Girl (António-Pedro Vasconselos, 2007), Juventude em Marcha (Pedro Costa, 2006) e Aquele Querido Mês de Agosto (Miguel Gomes, 2008). Achou que o realizador e argumentista de Call Girl deviam ter escolhido o ponto de vista único da call girl e esquecido os outros quatro (e preconizou que o filme em versão americana teria Angelina Jolie como protagonista) e nos restantes encontrou desejo de aventura e esforço minimalista, mas... "não são muito hábeis". "Se se quer usar uma técnica minimal, tem de haver a certeza de que há um conteúdo tremendo, como no Brokeback Mountain" (ou O Amor é um Lugar Estranho, Morrer em Las Vegas, Confissões de Schmidt, enuncia) e só o encontrou em Alice.
"Como argumentistas, temos uma obrigação para com o público. Pedimos-lhe um grande bocado da sua vida - três horas. É muito, posso jogar uma partida de golfe em três horas. Nesse convite há uma promessa de recompensa. Dar-lhe-ei algo que não tinha antes, fazê-lo pensar, chorar, rir. Vou enriquecer a sua humanidade".
Como um novelo de escrita e condensação do zeitgeist audiovisual, Robert McKee desenrola a sua teoria de que a base do cinema, da ficção televisiva, é o argumento. E ele não tem lugar em Hollywood, "tecnicamente soberbo, mas com um problema de conteúdo. Os filmes são mais uma versão de como o bom vence o mau, efeitos especiais ou comédias mal-educadas (que são divertidas). Não é Beckett." Por isso, nas viagens quer "que o cinema internacional seja maravilhoso". O problema é que as ideias, o rasgo criativo, o espírito político estão na Europa, por exemplo, mas McKee defende que os europeus não dominam a forma, noção base que "está lá para nos levar em profundidade". Já "Hollywood sabe como contar uma história"... Mesmo que seja má. O resultado, esmiúça, é que agora temos uma "retro-garde" em vez de uma avant-garde, "com os jovens a regressar às fórmulas do cinema dos anos 1960". McKee postula que a única maneira de um escritor "se libertar é dominar a forma". Até lá, vai sempre copiar alguém.
A noção de forma, bem como a de "escrever sobre a vida" e a verdade, são basilares nos seminários e livros de McKee. "Viajo pelo mundo, as culturas mudam, as línguas mudam, o que não muda é a vida. E a vida é lixada. E o mais difícil é tirar sentido da vida de forma bela numa história. Porque a vida é tão difícil de expressar de forma significativa, as pessoas recorrem a fórmulas e acabam com clichés", ao invés de serem um verdadeiro "autor". Aquele que "começa com uma visão original, com uma página vazia, cria um mundo, povoa-o com personagens e conta a história. Esse é o único acto original de criatividade. Depois disso, toda a gente é um artista interpretativo".
Por isso mesmo, não contesta a teoria do "cinema de autor", como já se disse sobre ele, mas refuta a ideia de que a autoria seja só do realizador. "Há um caminho natural quando os escritores se tornam realizadores, como o Truffaut, Bergman, Oliver Stone, Woody Allen, Almodóvar, Lawrence Kasdan", enumera. Aí, o realizador termina a obra que começou na página. Os outros, acha McKee, "ou canibalizam romances ou arranjam um argumentista, pagam-lhe pouco para ter uma ideia e depois reescrevem-na".
O filme perfeito
O orador americano, eloquente e um pouco duro no trato, rasga um sorriso quando se fala do seu filme preferido, que já viu centenas de vezes. Casablanca é a obra-prima para McKee, e é analisado em todos os seus seminários. "É um clássico na verdadeira definição, uma obra de arte que é infinitamente revivida com prazer". Dizer que o filme favorito é Casablanca é o maior dos clichés. Será o apelo transversal de Casablanca um dos segredos do seu sucesso? "Pode ser. Tem seis histórias a decorrer. E é maravilhosamente engraçado. O espírito é tão cínico!" Sucede-se uma série de citações de falas do filme e a recordação de que há 30 anos vê diferentes públicos a reagir-lhe. "Adivinhem: está cada vez mais engraçado! As mesmas falas causam gargalhadas que antes não provocavam. O mundo político finalmente acertou o passo com o Casablanca", diz, elogiando os irmãos Epstein, autores do argumento.
Lança o olhar clínico sobre Charlie Kaufman para dizer que ele "não chega à tal profundidade", que hoje se desenvolve mais em televisão. Agora "tenho oito séries para gravar sempre e não há tempo suficiente numa semana para ver toda a qualidade". Há quatro anos, falava aos alunos de uma crise total na ficção que passava pela televisão repleta de reality-shows. Hoje, tece elogios aos Sopranos e Sete Palmos de Terra, segue a "estranha e maravilhosa coisa" que é Calma, Larry, ri-se com Rockfeller 30 e reforça que "os melhores escritores de Hollywood foram para a televisão porque lá têm mais poder", liberdade e tempo. Gosta desse formato que primeiro se estranha e depois se entranha que é o mockumentary (O Escritório, Extras), mas nota-se o desconforto perante o toque insistente dos telemóveis ou a presença de computadores portáteis. E não tem grande respeito pela vaga faça-você-mesmo da cultura YouTube.
McKee também fez a sua perninha em televisão, escrevendo argumentos para Columbo, Kojak e Spencer, For Hire. "Foi como roubar dinheiro", diz sorridente. Pediam-lhe uma ideia-chave e um argumento e depois os restantes escritores trabalhavam-no. Já passou por todas as áreas da ficção mas a sua obra é sobretudo teórica, sendo o mais conhecido o premiado livro Story (35ª edição nos EUA). Tem um romance em permanente desenvolvimento - Fiction - e dois argumentos de cinema que este fim-de-semana serão lidos por produtores (bate na madeira, cauteloso).

Público

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Matem o dramaturgo

Um perfil de Neil Labute

Qualquer artigo sobre Neil LaBute sofre da recorrência de um campo semântico específico. Provocador, malévolo, “the meanest man in Hollywood”, “bad boy”, irreverente, politicamente incorrecto, etc., são palavras que surgem em quase todos os perfis, biografias, entrevistas ou referências a este dramaturgo, guionista, encenador e realizador norte-americano. Palavras que terão atingido o seu clímax justamente na primeira peça que levou ao palco: Filthy Talk for Troubled Times - em que um espectador abandonou a sala aos gritos de “Matem o dramaturgo”.E, contudo, as suas peças de teatro são encenadas em todo o mundo – como, recentemente A Gorda (Fat Pig) no Teatro Villaret – e Labute é frequentemente convidado para encenar as suas próprias peças por algumas das mais prestigiadas companhias americanas e inglesas, como a Steppenwolf Theatre Company, o Almeida Theatre, o MCC Theater e o Ambassador Theatre Group.

Foi como argumentista e realizador que saltou para a ribalta: a sua primeira obra cinematográfica, In the Company of Men, conquistou o galardão de melhor realizador do primeiro Festival de Sundance; a sua comédia Nurse Betty recebeu o prémio de melhor argumento e foi nomeado para a Palma de Ouro em Cannes, tendo a sua protagonista, Rennée Zellweger, recebido o Globo de Ouro de Melhor Interpretação. LaBute foi também responsável pela realização de Possessão, uma adaptação do romance homónimo de A.S. Byatt, com Aaron Eckhart e Gwyneth Paltrow, entre outros, e um remake algo falhado de The Wicker Man.

Nascido em 1963 em Detroit, no seio de uma família operária, LaBute era o mais novo de três irmãos, tendo a tempestuosa relação dos seus pais inspirado a sua obra In a Dark Dark House. O seu primeiro contacto com o teatro foi ainda no ensino secundário, onde começou a participar nos grupos de teatro escolar como actor e em que escrevia peças que depois apresentava aos professores sob pseudónimo na esperança de que estes quisessem encená-las.

Uma bolsa de estudo levou-o à Universidade Brigham Young, no Utah, onde conheceria o seu cúmplice de longa data, Aaron Eckhart, e se converteria à Igreja dos Santos dos Últimos Dias, embora, mais tarde, a sua peça Bash: Latter-Day Plays, onde se apresentam mórmones devotos a terem várias atitudes muito duvidosas, tenha levantado polémica no seio da sua igreja e levado ao seu afastamento. Posteriormente estudou Dramaturgia na Universidade de Nova Iorque, mas, mais uma vez, a sua atitude provocadora gerou inimizades e controvérsias.

Em 1997, com o dinheiro da indemnização que dois amigos tinham recebido por um acidente, aventura-se no seu primeiro filme. Com 25 000 dólares filmou In The Company of Men, sobre dois homens que se vingam das suas frustrações amorosas numa mulher surda. Com a película mais barata, fazendo a rodagem em locais gratuitos e com actores voluntários consegue filmar todas as sequências antes de ficar sem dinheiro e sem película. O filme é enviado ainda sem montagem para o Festival de Sundance e é aceite, o que permite a Labute obter financiamento adicional para acabar a montagem e distribuir o filme, que acaba por ser premiado naquele festival, entre aplausos, polémicas, acusações de misoginia e elogios de feminismo.

Corpulento, moreno, de óculos graduados e um ar eternamente cansado, não é preciso perspicácia para ver de onde surgem tantos textos polémicos e personagens dúbias. Cordial e prestável, é fácil detectar o sentido de humor acutilante que atenua uma honestidade e um prazer quase infantil de provocar o interlocutor. Neil Labute escreve histórias sobre pessoas normais que não conseguem esconder os seus piores impulsos, e essas histórias muitas vezes são inspiradas nas suas próprias experiências. Como em A Gorda, uma das suas obras mais recentes, onde um homem se envergonha de manter uma relação com uma mulher particularmente volumosa, e que foi escrita após uma tentativa de dieta falhada por parte do autor.

Agora, a sua obra mais recente, Reasons to be Pretty, está em estreia na ultra-comercial Broadway. Neil Labute parece algo preocupado com a reacção do público à ferocidade da sua escrita e das suas personagens. Mas parece pouco provável que este novo público concretize o que o espectador da sua primeira peça não teve pejo em proclamar.

Filmes que escreveu
- In the Company of Men (1997)
- Your Friends & Neighbors (1998)
- Tumble (2000)
- The Shape of Things (2003)


Peças de Teatro que escreveu
- Filthy Talk For Troubled Times (1992)
- In the Company of Men (1992)
- Bash: Latter-Day Plays (1999)
- The Shape of Things (2001)
- The Distance From Here (2002)
- The Mercy Seat (2002)
- Autobahn (2003)
- Fat Pig (2004)
- This Is How It Goes (2005)
- Some Girl(s) (2005)
- Wrecks (2005)
- In A Dark Dark House (2007)
- Reasons to be pretty (2008)



Versão com imagens e links aqui.

Teatro, fado electrónico e fanzines

A casa d’“O Nariz” - Teatro de Grupo fervilha de actividade nos últimos tempos e este fim-de-semana não é excepção. Hoje, no Orfeão Velho de Leiria, o grupo leva de novo à cena “Auto da Razão”, peça de Jorge Palinhos com encenação de Pedro Oliveira, para ver a partir das 22 horas.
Depois, é apresentado o número 8 do fanzine “Bolso”, de Tiago Baptista, seguida de festa com música escolhida pelo próprio e uma sessão de fado electrónico numa dj sets de Cooze Soné, K-Pax e Parker aka Horta Angústia, que fará também um “live act”.
Amanhã, sábado, a partir das 15 horas o Orfeão Velho recebe rock pesado com dos 605 Forte (Marinha Grande), Sobpressao (Marinha Grande) e Greg The Killer (Coimbra). À noite, às 22 horas, “O Nariz” regressa ao palco com “Auto da Razão”.
Região de Leiria

Teatro Itinerante pelas freguesias do concelho de Vizela

A Câmara Municipal, com o objectivo de proporcionar a todos os vizelenses um contacto directo com a cultura, volta a levar a todas as freguesias do concelho uma actividade de forte vertente cultural.
Este ano, o Município promove uma série de apresentações da peça de teatro “Auto da Razão”, pelo Grupo de Teatro da Fundação Jorge Antunes, em cinco freguesias do concelho, de 10 de Outubro a 7 de Novembro.
A organização é da Câmara Municipal e conta com o apoio do Grupo de Teatro da Fundação Jorge Antunes.

Aqui.
Um dia qualquer é um dia para criar um blog qualquer.